Autor, compositor, músico, intérprete, produtor, poeta e pintor, tornou-se mais conhecido do grande público quando, em 1983, ganhou o Festival da Canção RTP realizado na cidade do Porto, com “Esta Balada Que Te Dou”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma canção portuguesa que teve sucesso na Europa.

Armando Gama faz música sem pensar se é ou não comercial.

 

As suas referências máximas são John Lennon e Paul McCartney.

Tem inclinação e talento suficientes para fazer uma canção dita “popular” ou uma sinfonia épica.

Por isso, considera-se um compositor versátil, uma “fábrica de música”, compondo com muita facilidade. Os “Beatles” e praticamente toda a música dos anos 60 foram os grandes ídolos do Armando. Confidenciou-nos que “com os “Beatles” aprendi mais do que em qualquer conservatório”

 

O melhor na carreira de Armando Gama tem sido o contacto com o público.

De signo Carneiro, Armando Gama tem uma personalidade fascinante, original e eclética.

 

Sobre os seus gostos pessoais, conta-nos que gosta muito de automóveis, de todos os géneros, mas principalmente os clássicos europeus e americanos dos anos 50, 60 e 70. Gosta bastante de Fórmula 1.

 

É completamente feliz quando se sente envolvido com o público nas suas atuações, quer a solo, quer com a banda.

 

Em entrevista ao jornal Êxito, edição de 14 de setembro de 1984, dizia:

“Eu faço a minha música com a alma toda.

Quero que as pessoas daqui a dez ou quinze anos ainda a ouçam, gostem e sintam que foram feitas com chama”.

 

Podemos testemunhar que isso ainda hoje acontece!